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  Partitura da minha Sexta Sonata para guitarra (ou violão como se diz no Brasil).  A escrita que usei é global e esquemática para dar liberdade de improvisação ao intérprete.  Tem 3 movimentos ou partes com os nomes de Organum,  Conductus e Moteto,  que são nomes de gêneros de música polifônica medieval.   Uma interpretação possível dessa partitura já pode ser ouvida no YouTube.  É uma interpretação mal executada pois não sou violonista profissional.  Mas serve para ver uma das formas possíveis de transformar a notação em música. O áudio é esse aqui: 
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 Curso Aprendendo com livros: 12a aula: Contos de Gogol
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 Curso Aprendendo com livros: 11a aula; Drácula,  de Bram Stoker  Exercício para os alunos: Mediação sobre as seguintes afirmações de Santo Agostinho: "Onde encontrei a verdade,  aí encontrei Deus, que é a Verdade". E "A Verdade habita no interior do ser humano".  
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  Curso Aprendendo com livros:   10a aula:  Machado de Assis:  Memórias Póstumas de Brás Cubas “Memórias póstumas de Brás Cubas” é uma genial sátira do culto brasileiro das aparências.  O personagem,  mal-educado quando criança por uma educação na qual as repreensões eram apenas formalidades,  torna-se um vaidoso que gosta de memorizar frases em latim de Cícero e Virgílio só para aparecer.  Entra para a política,  torna-se deputado.  Busca brilhar.  Apenas brilhar. É uma genial sátira do culto da aparência na política brasileira.  O prólogo,  uma das passagens mais conhecidas da literatura universal,  indica que Brás Cubas é uma alma condenada.  Só um defunto nessa condição iria dizer “ao 1o verme que roeu as frias carnes do meu cadáver dedico,  com saudosa lembrança,  estas memórias póstumas”.  É outra maneira de dizer “era melhor para mim que eu não tivesse nascido”.  Portanto,  a ...
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  Curso Aprendendo com livros:  9a aula:  Contos de Machado de Assis Nessa aula irei comentar alguns contos de Machado de Assis cuja leitura proponho. Alguns são muito conhecidos,  mas num Brasil em que se lê muito pouco a chance de haver quem nunca os tenha lido é grande.  Então não é inútil comentá-los.  “O alienista”,  no qual o personagem principal é o psiquiatra maluco Simão Bacamarte e na qual encontramos a frase “Alguns chegaram ao ponto de conjeturar que nunca houve outro louco, além dele, em Itaguaí;”  é genial,  magistral,  divertidíssimo e profético.  “Teoria do medalhão” nos alerta da necessidade da solidão para a sinceridade.  No conto “Na Arca” temos uma sátira mitológica.  Em “O espelho: esboço de uma nova teoria da alma humana” temos uma matéria seríssima: trata de quando desaparece a pessoa e fica apenas a função social.  Olavo de Carvalho falava dessas pessoas que quando abrem a boca só o fazem como ...
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  Curso Aprendendo com livros:  8a aula:  Alice no País das Maravilhas,  de Lewis Carroll  A leitura para a 8a aula é o conto "Alice no País das Maravilhas".   Essa obra tem algo em comum com a "Metamorfose" de Kafka que é o fato da extrema seriedade do problema tratado estar escondido numa forma fantástica,  que pode dar a impressão de falta de seriedade.   Mas não devemos nos deixar enganar.  O problema do qual o autor quis tratar é seríssimo.   Pois o sonho de Alice é  uma visão do inferno como local de loucura.  Os personagens e episódios são alegóricos e uma chave de interpretação para entender porque a personagem principal teve esse sonho.   Em certo momento o narrador diz que Alice gostava de fingir ser duas pessoas.  Essa é a chave de interpretação:  o sonho alegórico é a maneira que o autor encontrou para dizer que esse fingimento leva a loucura e,  por fim, ao inferno.  Tod...
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  Curso Aprendendo com livros: 7a aula:  Os demônios,  de Dostoievski  O pensamento literário nesse romance é muito complexo para que eu possa expô-lo aqui.  O que irei fazer é apenas comentar alguns fatos do romance:   1o:  Dostoievski viu muito bem a perversidade e estultícia dos comunistas ateístas.  Colocou na mente e na boca de uma personagem chamada Varvara a perversíssima e estúltíssima opinião de que a a caridade é algo ruim e devia ser proibida por lei,  que a caridade corrompe quem dá e quem recebe.   Sei por visão direta (sem precisar recorrer a conceitos e raciocínios) que isso é falso.  A caridade enobrece o doador e o recebedor.   2o:  viu também a megalomania autolátrica dos líderes e mentores dessa desgraça:  Não acreditam no Criador porque pensam “se já há um Deus,  então eu não sou Deus,  mas quero pensar que sou e quero obrigar todo mundo a acreditar que sou”.   3o:  v...